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Barreiras Arquitectónicas
Barreiras Arquitectónicas
Há uma necessidade tremenda na nossa autarquia em sensibilizar a solidariedade para com as pessoas de mobilidade condicionada. Detectamos diversas barreiras arquitectónicas no município.
O mais caricato da coisa é encontrar em obras recentes barreiras arquitectónicas! Mesmo após a promulgação do Decreto-Lei 163/2006 de 8 de Agosto (antes tarde que nunca), que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público, via pública e edifícios habitacionais. A solução passa por fazer um esforço em afectar uma fatia do orçamento para a eliminação destas barreiras, que em termos visuais, transmitem o carácter humanitário da nossa autarquia, outro cartão de visita para os imensos turistas que nos visitam!
É fundamental que hoje consigamos dar condições de acessibilidade a todos, melhorando a sua qualidade de vida, (afinal atingir a qualidade de vida é tão simples). Convém sublinhar que existe a noção de que isto não se constrói de um dia para o outro mas é urgente iniciar o processo.
Sejam pessoas invisuais, pessoas de cadeiras de rodas, pessoas idosas, etc. ou pessoas ditas normais e sem dificuldades, todos, sem excepção, têm o mesmo direito cívico.
Já agora um conselho: Quando confrontadas com pessoas com deficiências, não se sintam desconfortáveis diante do “diferente”. Se se relacionar com uma pessoa deficiente e não a considerar como deficiente, estará a ignorar uma característica importante da pessoa. Desta forma não estará a relacionar-se com ela mas com uma pessoa imaginária que criou. Aceite a deficiência, ela existe, não subestime nem superestime as dificuldades.
As pessoas com deficiência têm o direito, podem e querem tomar as suas próprias decisões assumindo responsabilidades pelas suas escolhas.
Ter uma deficiência não faz com que uma pessoa seja melhor ou pior que uma pessoa não deficiente.
Quem tem medo de cair numa cadeira de rodas, nestas circunstâncias?

Bem visto, Marlo. Cansaste-te ou esqueceste-te da máquina fotográfica em casa? É que barreiras arquitectónicas, nesta vila, são mais que muitas. quem vir só estas até pensa que Ansião é uma vila privilegiada :)
ResponderEliminarGostei muito da tua perspectiva sobre a deficiência. Infelizmente ainda se vê muito a ideia do desgraçadinho, não é? Há dificuldade em aceitar a deficiência, e uma grande tendência em confundi-la com incapacidade. E depois, às vezes, quem faz figura de "coitadinho" é o "normal" que não aceita a deficiência...Coisas desta vida...
Obrigado Camaradas.
ResponderEliminarDe facto há mto mais, mas agora e por enquanto, quis apresentar situações bem recentes e em espaços que em nada fazem sentido para tal esquecimento.
Acho que temos de avançar com uma iniciativa:
"Um dia em cadeira de rodas"