Vivemos um tempo de agravamento da exploração de quem trabalha, de saque dos recursos nacionais, de favorecimento do grande capital e que se expressa bem na dimensão dos lucros dos principais grupos monopolistas, nacionais e estrangeiros, que operam no nosso país.
Assistiremos nos sectores da banca e segurador, nos fornecedores de energia eléctrica e nos combustíveis, na grande distribuição, nas telecomunicações e na indústria, a colossais lucros de milhares de milhões de euros que contrastam com o agravamento das condições de vida da esmagadora maioria da população.
Este ataque aos serviços de saúde, à educação, à cultura, à habitação, aos transportes, à agua, à electricidade e à alimentação não é inevitável. Estamos perante bens essenciais que depois de privatizados passarão a ser "produtos" de mercado. Isto é parasitar a sociedade num inaceitável rumo de afundamento económico e regressão social do País!
Aos que têm a consciência que 2012 será um ano necessariamente pior, daqui reafirmamos que a única certeza que temos é a de que os trabalhadores e o povo português não se irão submeter a este processo de destruição do país, de liquidação das suas condições de vida, de agravamento da exploração. Este ano que agora começa será isso sim um ano de vigorosas e poderosas lutas contra a exploração e o empobrecimento.
Vivemos um tempo de agravamento da exploração de quem trabalha, de saque dos recursos nacionais, de favorecimento do grande capital e que se expressa bem na dimensão dos lucros dos principais grupos monopolistas, nacionais e estrangeiros, que operam no nosso país.
ResponderEliminarAssistiremos nos sectores da banca e segurador, nos fornecedores de energia eléctrica e nos combustíveis, na grande distribuição, nas telecomunicações e na indústria, a colossais lucros de milhares de milhões de euros que contrastam com o agravamento das condições de vida da esmagadora maioria da população.
Este ataque aos serviços de saúde, à educação, à cultura, à habitação, aos transportes, à agua, à electricidade e à alimentação não é inevitável. Estamos perante bens essenciais que depois de privatizados passarão a ser "produtos" de mercado. Isto é parasitar a sociedade num inaceitável rumo de afundamento económico e regressão social do País!
Aos que têm a consciência que 2012 será um ano necessariamente pior, daqui reafirmamos que a única certeza que temos é a de que os trabalhadores e o povo português não se irão submeter a este processo de destruição do país, de liquidação das suas condições de vida, de agravamento da exploração. Este ano que agora começa será isso sim um ano de vigorosas e poderosas lutas contra a exploração e o empobrecimento.