A poucas horas de mais um momento de decisão politica no nosso país, não e demais dar a conhecer mais um (entre tantos) escândalos baseados em compadrios que estão inegavelmente na origem da grave crise que atravessamos.
Após o 25 de Abril, muito esforços foram feitos para garantir uma educação de qualidade, acessível a todos os cidadãos, como de resto está consignado na constituição. A educação é uma responsabilidade do estado, e consequentemente tem que ser garantida pela escola pública.
Assim entende o bom e honesto português. Mas o bom e honesto português é também ingénuo. Tão ingénuo que não imagina as trambiquices que se fazem para dar a volta à situação, nos bastidores do governo, às escondidas do povo. É que a escola pública afinal já não é assim tão pública. Ou seja: continua a ser pública porque é paga com o dinheiro dos contribuintes, mas passa a ser gerida por uma empresa que dá pelo nome de "Parque Escolar" que lá tem mais um administrador, mais uns assessoes, uns secretários...todos cargos de "confiança política", dando voz à já tão falada política dos "job for boys".
Temos um Ministério da Educação que deveria ser responsável pela gestão da escola pública, pagamos ao ministro e seus acólitos (muitos!), e temos uma empresa pública que gere aquilo que deveria ser gerido pelo ministério da tutela. Pior ainda: a empresa dá prejuízo!
Temos um Ministério da Educação que deveria ser responsável pela gestão da escola pública, pagamos ao ministro e seus acólitos (muitos!), e temos uma empresa pública que gere aquilo que deveria ser gerido pelo ministério da tutela. Pior ainda: a empresa dá prejuízo!
E o povo come, paga...e cala!Ou não?
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