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O estado vai manter o nível de investimento público para fazer face à actual crise financeira. Apoiará as empresas e famílias carenciadas.
Independentemente do investimento público ser ou não ser um possível cenário de derrapagem no défice, “…embarque de experiências fantasistas…”, mas aproveitando este tema tão actual e preocupante como o da operação “Face Oculta”, este ultimo, quanto a nós, tão preocupante como o primeiro, leva-nos numa viagem diminuta pela consciência e percepção da realidade, revelando interesse para que esse investimento público seja eficiente de tal forma que num futuro próximo os impostos possam baixar e dar continuidade a uma próspera economia sustentável.
No entanto esta viagem virtual fez-nos despertar para uma outra realidade presente.
O sucesso de várias operações trazidas agora a público, como “Face Oculta”; “Apito Dourado”; “Casa Pia”; “Vale e Azevedo”; o caso do funcionário da C.M. do Porto…, percebemos, e indo ao encontro da vontade do povo, que, para que estes grandes senhores sejam bem condenados, será conveniente e/ou oportuno que o investimento público passe pela construção de novas prisões para albergar tantos infractores.
É conhecido entre todos que as prisões existentes além de não ter condições são em número insuficiente.
Caros leitores, aviso que este “post” tem um conteúdo “rábula”! Isto de propor a construção de novas prisões resulta da observação da infeliz realidade. Importante é lutar com força para que tal não aconteça, porque usar o dinheiro dos impostos para dar guarida aos barões do crime organizado seria um investimento calamitoso.
No fundo o que o povo trabalhador produtivo quer é uma fiscalidade económica justa
Devemos educar a nossa sociedade civil no sentido de que os criminosos de hoje sejam o mito de amanhã.
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