Em Portugal, os níveis de Reabilitação Urbana andam na ordem dos 20 a 30% de recuperação para 70 a 80% para novas construções. Para se equiparar aos seus parceiros europeus, o país precisa de inverter estes números. Os níveis europeus rondam os 70 a 80% de reabilitação para 20 a 30% a nova construção.
Uma meta possível ao alcance de Portugal, o que implica alterar muitos procedimentos. Tem também a ver com a qualificação das empresas de construção civil e das próprias pessoas que fazem a reabilitação urbana. Há uma necessidade urgente de aumentar o número de profissionais e empresas que lidam com esta realidade.
Prevêem-se já algumas alterações, há nova legislação já preparada, para entrar em vigor em breve, que permitirá melhorar as respostas no que toca a reabilitação.
Há parcerias possíveis com o IGESPAR e o Ministério da Cultura no sentido de assegurar que os valores culturais sejam preservados.
As vilas de Ansião e Avelar têm um centro histórico arruinado, onde se encontra um grande número de imóveis devolutos. Identificamos facilmente a degradação dos edifícios e saída dos moradores. O abandono é bem visível nestas ruas. Os comerciantes fazem um esforço enorme para que lhes saia da imaginação uma medida para dinamizar os seus espaços comerciais e área que os envolve. Tudo esmorece rapidamente porque realmente nestas condições é impossível, terão de seguir o exemplo dos concorrentes e deixar ao abandono os espaços que noutro tempo transmitiram vida e alma ao nosso centro histórico. O verdadeiro cartão-de-visita das nossas vilas.
Uma meta possível ao alcance de Portugal, o que implica alterar muitos procedimentos. Tem também a ver com a qualificação das empresas de construção civil e das próprias pessoas que fazem a reabilitação urbana. Há uma necessidade urgente de aumentar o número de profissionais e empresas que lidam com esta realidade.
Prevêem-se já algumas alterações, há nova legislação já preparada, para entrar em vigor em breve, que permitirá melhorar as respostas no que toca a reabilitação.
Há parcerias possíveis com o IGESPAR e o Ministério da Cultura no sentido de assegurar que os valores culturais sejam preservados.
As vilas de Ansião e Avelar têm um centro histórico arruinado, onde se encontra um grande número de imóveis devolutos. Identificamos facilmente a degradação dos edifícios e saída dos moradores. O abandono é bem visível nestas ruas. Os comerciantes fazem um esforço enorme para que lhes saia da imaginação uma medida para dinamizar os seus espaços comerciais e área que os envolve. Tudo esmorece rapidamente porque realmente nestas condições é impossível, terão de seguir o exemplo dos concorrentes e deixar ao abandono os espaços que noutro tempo transmitiram vida e alma ao nosso centro histórico. O verdadeiro cartão-de-visita das nossas vilas.
Cabe à Câmara Municipal inventar estratégicas para revitalizar os centros. Nós temos soluções porque o turismo também passa pelos centros.
A habitação social também pode e deve ser inserida no centro histórico, bem como edifícios de escritórios, comércio, administrativos e mesmo culturais. A negociação entre os proprietários tem uma tarefa facilitada uma vez que a grande maioria deles foram postos à venda faz tempo.
A habitação social também pode e deve ser inserida no centro histórico, bem como edifícios de escritórios, comércio, administrativos e mesmo culturais. A negociação entre os proprietários tem uma tarefa facilitada uma vez que a grande maioria deles foram postos à venda faz tempo.
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